Nem sei de onde encontro forças para escrever sobre este assunto, mas faço questão de postar e expor meus sentimentos. Ontem, foi o velório e o enterro do corpo do meu querido avô paterno, que tragicamente na terça-feira do segundo dia de setembro de dois mil e oito, por volta das 18h, aos oitenta e dois anos de idade, foi atropelado por uma moto quando ao sair para comprar pães em um mercado da cidade de Atibáia-SP, onde morava e não voltou mais.
Luis era o nome dele, que pra mim mais era um codinome, seu nome de verdade na minha consideração era Portuga (de português), mal me lembro de um dia ou uma vez sequer ter o chamado de Luis.
Nós (eu e ele) éramos muito apegados, "nosso santo batia", eu tinha muito carinho, afeto e amor por ele, que era um velho firmeza, divertido, alegre e feliz, piadista com ele só, como todo português gosta de ser e ao mesmo tempo todo atrapalhado, também como se preza a peculiaridade da raça.
Foi um dia muito triste, ele era saudável, tinha um enorme vigor e vontade de viver, não existiu uma só pessoa na face da terra que o conheceu e não gostou, ele era muito querido, conversava com todos, fazia amigos com facilidade e enfim, era o velho Portuga.
Esta é a primeira vez que perco alguém tão próximo, me aperta o coração em saber que nunca mais vou poder beijá-lo, abraça-lo, tomar umas "biritas" juntos, dar boas risadas e poder tirar o sarro dele, coisa que eu gostava tanto e que também o divertia.
Difícil de acreditar, mas esta foi a primeira vez que o vi sério, sem poder sorrir, foi ali, já desencarnado, sem o controle do seu corpo.
Meu avô querido, sentirei saudades, muita saudade, mas descanse em paz, espero que esteja bem e assim como fez muitos rirem na terra, que faça no céu também, e espere, pois um dia nos encontraremos novamente e traremos ainda mais felicidades um ao outro.
Aqui todos sentem sua falta, o Sr. foi um bom homem, deu de sí uma vida toda e muito amor a sua esposa (vó Maria), deixou dois filhos, quatro netos e um bisneto, que com dignidade e respeito faremos questão de levar seu nome adiante.
Portuga, eu te amo e sempre vou te amar.
Luis era o nome dele, que pra mim mais era um codinome, seu nome de verdade na minha consideração era Portuga (de português), mal me lembro de um dia ou uma vez sequer ter o chamado de Luis.
Nós (eu e ele) éramos muito apegados, "nosso santo batia", eu tinha muito carinho, afeto e amor por ele, que era um velho firmeza, divertido, alegre e feliz, piadista com ele só, como todo português gosta de ser e ao mesmo tempo todo atrapalhado, também como se preza a peculiaridade da raça.
Foi um dia muito triste, ele era saudável, tinha um enorme vigor e vontade de viver, não existiu uma só pessoa na face da terra que o conheceu e não gostou, ele era muito querido, conversava com todos, fazia amigos com facilidade e enfim, era o velho Portuga.
Esta é a primeira vez que perco alguém tão próximo, me aperta o coração em saber que nunca mais vou poder beijá-lo, abraça-lo, tomar umas "biritas" juntos, dar boas risadas e poder tirar o sarro dele, coisa que eu gostava tanto e que também o divertia.
Difícil de acreditar, mas esta foi a primeira vez que o vi sério, sem poder sorrir, foi ali, já desencarnado, sem o controle do seu corpo.
Meu avô querido, sentirei saudades, muita saudade, mas descanse em paz, espero que esteja bem e assim como fez muitos rirem na terra, que faça no céu também, e espere, pois um dia nos encontraremos novamente e traremos ainda mais felicidades um ao outro.
Aqui todos sentem sua falta, o Sr. foi um bom homem, deu de sí uma vida toda e muito amor a sua esposa (vó Maria), deixou dois filhos, quatro netos e um bisneto, que com dignidade e respeito faremos questão de levar seu nome adiante.
Portuga, eu te amo e sempre vou te amar.
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Um comentário:
Ronaldo
Apenas Deus tem a explicação para o que aconteceu. Minha fé faz eu acreditar que ele está num lugar bem melhor, e com certeza vcs voltarão a se ver.
Giovana
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